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O MECANISMO DE REJEIÇÃO + SOBRE ETICA E PSICANÁLISE

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EM COMEMORAÇÃO AO MÊS DO ANIVERSÁRIO DO SÁNDOR FERENCZI A INM EDITORA APRESENTA UMA PROMOÇÃO ÚNICA.

Livro 1 – O mecanismo de rejeição (Verwerfung) em Lacan e Bion Na língua alemã, Verwerfung designa o ato de arremessar algo para fora ou para longe, porém com uma nuance: esse algo não é inócuo, como um papel amassado que se joga no lixo, mas sim ameaçador, e por isso temido. Daí a necessidade de o expulsar do psiquisimo, e as conotações enfáticas de repúdio, de não querer saber mais daquilo, de mantê-lo à distância segura – em suma, de rejeição. Retraçando a história e as funções da noção na obra de Freud, na qual constitui o mecanismo central das psicoses, Rodrigo Otávio Fonseca constrói a base para analisar o uso que dela farão Jacques Lacan e Wilfred Bion. Seguindo o mesmo método – situar o conceito nos contextos clínicos e teóricos nos quais esses autores o empregam e o desenvolvem – ele nos brinda com um excelente estudo da obra de cada um, sob o prisma da relação do inconsciente com a linguagem (Lacan) e com o pensar (Bion). A cereja do bolo vem a seguir, quando se estabelece um diálogo entre os dois sucessores de Freud, que, se tivesse sido de fato travado, partiria do interesse de ambos pelos enigmas das psicoses, e aos poucos se espraiaria por boa parte das teorias que elaboraram.

Autor: Rodrigo Otávio Fonseca –Psicólogo e Psicanalista, Doutor em Psicologia Clínica (PUC-SP);
Mestre em Psicologia pela Universidade São Marcos (SP).

 

 

 

Livro 2 – Sobre Ética e Psicanálise – 2ª edição Revista e ampliada Há pelo menos duas maneiras de abordar as relações entre a psicanálise e a ética. A primeira, como uma ética da psicanálise, no sentido de uma ética profissional, assim como se fala em ética médica, ética jornalística etc. A segunda refere-se às implicações éticas do advento da psicanálise no Ocidente, como um pensamento e uma prática questionadores dos pressupostos éticos tradicionais, que, de fato, já não se sustentavam como orientadores da ação moral nas sociedades do final do século XIX. A psicanálise não surgiu como proposta de uma “nova ética” para o mundo moderno. No entanto, a virada freudiana abalou profundamente algumas convicções a respeito das relações do homem com o Bem, exigindo que se repensassem os fundamentos éticos do laço social a partir da descoberta das determinações inconscientes da ação humana. Há uma crise ética em curso no mundo. Ela não surgiu na virada do milênio: há uma origem e uma história. Mas, hoje, ela produz sintomas sociais alarmantes, em decorrência dos quais a sociedade vem reconhecendo, explicitamente, a necessidade de encontrar respostas para eles. Em princípio, eu situaria essa crise ética em duas vertentes principais: uma diz respeito ao reconhecimento da lei, a outra, à desmoralização do código.

 

Autora: Maria Rita Kehl é psicanalista e escritora, formada pela USP e com Mestrado e Doutorado na PUC-SP. É autora de vários livros, entre os quais O tempo e o cão, a atualidade das depressões, vencedor do prêmio Jabuti do ano de 2010, Deslocamentos do Feminino: a mulher freudiana na passagem para a modernidade (3a. Ed., Boitempo, 2016), 18 Crônicas e mais algumas (Boitempo, 2019), Ressentimento (2a. Ed., Boitempo, 2020), Bovarismo Brasileiro (Boitempo, 2018) e Tempo Esquisito: ensaios na pandemia (Boitempo, 2023). Entre 2012 e 2014 integrou a Comissão Nacional da Verdade (CNV), criada pela iniciativa da presidenta Dilma Roussef para investigar os crimes da ditadura militar de 1964-1985.



EM COMEMORAÇÃO AO MÊS DO ANIVERSÁRIO DO SÁNDOR FERENCZI A INM EDITORA APRESENTA UMA PROMOÇÃO ÚNICA.

Livro 1 – O mecanismo de rejeição (Verwerfung) em Lacan e Bion Na língua alemã, Verwerfung designa o ato de arremessar algo para fora ou para longe, porém com uma nuance: esse algo não é inócuo, como um papel amassado que se joga no lixo, mas sim ameaçador, e por isso temido. Daí a necessidade de o expulsar do psiquisimo, e as conotações enfáticas de repúdio, de não querer saber mais daquilo, de mantê-lo à distância segura – em suma, de rejeição. Retraçando a história e as funções da noção na obra de Freud, na qual constitui o mecanismo central das psicoses, Rodrigo Otávio Fonseca constrói a base para analisar o uso que dela farão Jacques Lacan e Wilfred Bion. Seguindo o mesmo método – situar o conceito nos contextos clínicos e teóricos nos quais esses autores o empregam e o desenvolvem – ele nos brinda com um excelente estudo da obra de cada um, sob o prisma da relação do inconsciente com a linguagem (Lacan) e com o pensar (Bion). A cereja do bolo vem a seguir, quando se estabelece um diálogo entre os dois sucessores de Freud, que, se tivesse sido de fato travado, partiria do interesse de ambos pelos enigmas das psicoses, e aos poucos se espraiaria por boa parte das teorias que elaboraram.

Autor: Rodrigo Otávio Fonseca –Psicólogo e Psicanalista, Doutor em Psicologia Clínica (PUC-SP);
Mestre em Psicologia pela Universidade São Marcos (SP).

 

 

 

Livro 2 – Sobre Ética e Psicanálise – 2ª edição Revista e ampliada Há pelo menos duas maneiras de abordar as relações entre a psicanálise e a ética. A primeira, como uma ética da psicanálise, no sentido de uma ética profissional, assim como se fala em ética médica, ética jornalística etc. A segunda refere-se às implicações éticas do advento da psicanálise no Ocidente, como um pensamento e uma prática questionadores dos pressupostos éticos tradicionais, que, de fato, já não se sustentavam como orientadores da ação moral nas sociedades do final do século XIX. A psicanálise não surgiu como proposta de uma “nova ética” para o mundo moderno. No entanto, a virada freudiana abalou profundamente algumas convicções a respeito das relações do homem com o Bem, exigindo que se repensassem os fundamentos éticos do laço social a partir da descoberta das determinações inconscientes da ação humana. Há uma crise ética em curso no mundo. Ela não surgiu na virada do milênio: há uma origem e uma história. Mas, hoje, ela produz sintomas sociais alarmantes, em decorrência dos quais a sociedade vem reconhecendo, explicitamente, a necessidade de encontrar respostas para eles. Em princípio, eu situaria essa crise ética em duas vertentes principais: uma diz respeito ao reconhecimento da lei, a outra, à desmoralização do código.

 

Autora: Maria Rita Kehl é psicanalista e escritora, formada pela USP e com Mestrado e Doutorado na PUC-SP. É autora de vários livros, entre os quais O tempo e o cão, a atualidade das depressões, vencedor do prêmio Jabuti do ano de 2010, Deslocamentos do Feminino: a mulher freudiana na passagem para a modernidade (3a. Ed., Boitempo, 2016), 18 Crônicas e mais algumas (Boitempo, 2019), Ressentimento (2a. Ed., Boitempo, 2020), Bovarismo Brasileiro (Boitempo, 2018) e Tempo Esquisito: ensaios na pandemia (Boitempo, 2023). Entre 2012 e 2014 integrou a Comissão Nacional da Verdade (CNV), criada pela iniciativa da presidenta Dilma Roussef para investigar os crimes da ditadura militar de 1964-1985.

Peso 1 kg
Dimensões 22 × 15 × 4 cm
Autores:

Livro 1 – Marcelo Bernstein
Livro 2 – Maria Rita Kehl

ISBN

Livro 1 – 9786585823074
Livro 2 – 9786585823036

Número da Edição

Livro 1 – 1ª Edição – 2024
Livro 2 – 2ª Edição Revista e Ampliada – 2023

ACABAMENTO

Brochura

Número de Páginas

Livro 1 – 139
Livro 2 – 304

Idioma

Ambos os livros – Português

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