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Combo dos livros A técnica Psicanalítica nos Casos-limite + Memória Corporal e Transferência + Modificações Corporais+ O Tempo do traumático

Original price was: R$ 262,00.Current price is: R$ 180,00.

Livro 1 – A Técnica Psicanalítica nos Casos-Limite: contornando fronteiras – A “Técnica psicanalítica dos casos limites” é um tema de extrema complexidade, pois a vertente teórica escolhida apresenta aquilo com que um analista se depara na clínica contemporânea, a saber, uma acentuada fragilidade narcísica, situações de muita violência, apontando para uma dificuldade em sustentar escolhas e em estabelecer vínculos interpessoais mais estáveis. Muitos pacientes chegam ao analista com um marcante sentimento de vazio. Utilizando uma expressão freudiana, temos um mundo de almas transbordantes, cujos corpos foram atingidos em função da precariedade de recursos do Eu diante da ameaça do sentimento de desamparo. Nesta clínica de pacientes chamados “limites”, lidamos com paradoxos motivados pelo grau de ambivalência a que o sujeito se encontra submetido, cuja temática foi alinhavada de maneira bastante coerente. O analista que aceita oferecer sua capacidade de pensar e seu aparelho psíquico em prol do processo analítico e do funcionamento psíquico do seu paciente, como o faz Bruno Quintino, apresenta um belo mosaico que nos aproxima das dificuldades encontradas por aqueles que se aventuram na caminhada árida e instigante da clínica psicanalítica com pacientes limites. E para isso, o autor vai explorar a clínica dos casos limites a partir das teorias de Freud, Ferenczi e Winnicott.

Autor: Bruno Quintino de Oliveira  –Graduado em Psicologia na Universidade Federal Fluminense (UFF), em 2016; com Especialização em Saúde Mental pelo programa de Residência Multiprofissional da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em 2018. É Mestre em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e atualmente Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É professor do curso de Psicologia do Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO) e da Universidade Estácio de Sá (UNESA). Atua como psicólogo clínico de orientação psicanalítica no consultório privado.

Memória Corporal e Transferência

Livro 2 – Memória Corporal e Transferência – A partir de inúmeras questões levantadas no tratamento de pacientes somatizantes, surgiu a necessidade de repensar a técnica analítica. A dificuldade de simbolização prejudicava por vezes a associação livre desses pacientes, causando impasses e impedimentos ao trabalho. As manifestações corporais se mostravam como índices evidentes para uma investigação sobre os conflitos, e era por meio delas (sintomas, gestos, posturas) que as associações podiam ser feitas, como acontece com o jogo, na análise infantil. A pesquisa ampliou-se pela constatação de que, também em outras organizações psíquicas, uma via sensorial é inerente à comunicação analista-analisando. Fez-se, então, necessário resgatar o corpo sensível do paciente, e interrogar sobre os dispositivos analíticos que consideram a extraordinária presença do corporal.

Autora: Ivanise Fontes – psicanalista, doutora em Psicanálise pela Universidade Paris 7 – Denis Diderot, com pós-doutorado no Laboratório de Psicopatologia Fundamental do Núcleo de Estudos Pós-graduados em Psicologia Clínica da PUC-SP. Autora de La Mémoire Corporelle e Le Transfert (Presses Universitaires du Septentrion, França,1999), A Memória Corporal e a Transferência (Via Lettera, Brasil, 2002), Psicanálise do Sensível – fundamentos e clínica (Ideias & Letras, 2010), coautora de Virando Gente – a história do nascimento psíquico (Ideias&Letras, 2014), A Descoberta de Si-Mesmo na visão de uma Psicanálise do sensível (Ideias & Letras, 2017), coordenadora da cartilha: Autismo – do que se trata (Autografia, 2018), produtora e codiretora do o curta-metragem “Cornélio Penna – nos benefícios da depressão” lançado em 2019.

Livro 3 – MODIFICAÇÕES CORPORAIS: SAÚDE, CRIATIVIDADE E ESPONTANEIDADE –A grande contribuição deste livro é a de percorrer a noção do estatuto do corpo, dando a este uma positividade frente às noções de normalidade e saúde. A singularidade, antes ancorada exclusivamente em valores subjetivos, passou a ser marcada no corpo seja sob a forma de tatuagens ou como body-art. Fernando Pontes Soares nos mostra o quanto é simplista qualificar esses eventos como anormais ou doentes. Lançando mão de autores como Nietzsche, Canguilhem e Foucault, o autor aponta para a fragilidade das premissas de saúde e normalidade que tentaram delimitar esse campo, e para o quanto essas categorias precisam ser repensadas sob outras óticas. Lança mão do saber psicanalítico, trazendo à luz o conceito de saúde em Winnicott. Além disso, equipado com as noções winnicottianas de criatividade e espontaneidade, o autor vai redescrever a relação entre mudança corporal e estados físico-mentais de saúde e doença de forma extremamente interessante. O corpo, à luz dos dois conceitos, ganha um protagonismo teórico e psicológico que parecia pouco visível nas demais teorias psicanalíticas. Do ponto de vista psicológico, divergir do meio ambiente pode ser sinal de saúde e de força de vida. O que distingue uma atipia inovadora de uma mera manifestação sintomática é a capacidade que a primeira tem de renovar continuamente a pluralidade dos espaços transicionais. Com isso, a clareira da criatividade e da espontaneidade permanecerá aberta a todos os corpos, desejos, crenças e atitudes que façam com que “a vida valha a pena ser vivida”. Este livro propõe inúmeras indagações que povoam a clínica atual. Com Prefácio de Jurandir Freire Costa.

Autor: Fernando Pontes Soares –Nasceu em 1969, em Recife. Estudou no Colégio da Polícia Militar. Formou-se em Medicina pela UFPE. Especialista em Psiquiatria pelo Instituto Philippe Pinel-RJ onde foi Professor de Psicofarmacoterapia e Coordenador das Unidades de Internação. Mestre e Doutor em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da UERJ, Professor do Curso de Graduação em Dança da UniverCidade e influenciado pelo ano de estudos no Laboratório de História e Filosofia do Corpo, em Nancy, radicou-se na França em 2006. Dedicou-se à clínica da infância e da adolescência, e em particular à pesquisa mé – dica. Publicou na Revista de Filosofia Concepts, no Dictionnaire du Corps em Sciences Humaines et Sociales e no Journal of Clinical Psychiatry. Liderou equipes de desenvolvimento clínico na França, Ucrânia, África do Sul e Turquia. Entre 2018 e 2022 retornou ao Brasil para dirigir o Centro Internacional de Pesquisa Terapêutica dos Laboratórios Servier. Retomou a atividade psicoterápica e as aulas na Pós-Graduação em Transtornos Alimentares da PUC-Rio, revisitando sua tese de doutorado como base para esta publicação.

O Tempo do Traumático

Livro 4 – O tempo do traumático  – É quase lugar comum dizer o quanto o pensamento de Sándor Ferenczi é atual quando, há quase 100 anos atrás, já era considerado um psicanalista ‘original’. Não à toa, era chamado para dar conta dos ‘casos difíceis’, casos que se apresentavam como um desafio à psicanálise.  Felicia Knobloch, como Ferenczi, foi tocada pelo sofrimento de seus analisandos, o que a levou a acompanhar a trama teórica e clínica deste psicanalista, problematizando cada conceito, mas tendo presente, a todo momento, segundo suas próprias palavras, que “cada analista tem sua teoria e, quem sabe, uma teoria para cada analisando”. Esta tarefa teve como efeito, abrir “novas possibilidades da prática terapêutica”, seu interesse maior. A autora coloca em questão tal afirmação, assim como seus fundamentos metapsicológicos, numa obra que, por sua clareza e pela pertinência de suas interrogações, pela fineza na discriminação das minúcias, pelo rigor na apresentação e acompanhamento dos conceitos, pela força das imagens produzidas em sua escrita, será certamente muito enriquecedora para os leitores. Não estamos diante de um texto que pretende responder ao desafio que os ‘casos difíceis’ nos impõem. Afinal hoje já sabemos bastante sobre o que está para além do princípio do prazer. Felicia Knobloch nos lança em um universo no qual, mais que buscar entender seus casos difíceis, ela se rendeu ao sentir. E faz isso de um modo elegante, por mais árduo que o trabalho possa se mostrar. Esta forma de abordar a questão do traumático é de uma delicadeza ímpar: sem propor soluções, ela nos convida a pensar com afeto a nossa própria clínica, ao mesmo tempo que nos instiga com suas próprias indagações. Trata-se, neste sentido, de uma postura eminentemente ética. É isso que nos faz querer ler e reler O tempo do traumático. Porque sentir está para além do entender.

Autora: Felicia Knobloch –Psicanalista. Doutora em Psicologia Clinica pela PUC-SP. Pós Doutora Saude Coletiva pela UNICAMP.
Professora e supervisora do Curso de Psicologia da FACHS PUC-SP ( 1979-2016). Membro do Grupo Brasileiro de Pesquisa Sándor Ferenczi.



Livro 1 – A Técnica Psicanalítica nos Casos-Limite: contornando fronteiras – A “Técnica psicanalítica dos casos limites” é um tema de extrema complexidade, pois a vertente teórica escolhida apresenta aquilo com que um analista se depara na clínica contemporânea, a saber, uma acentuada fragilidade narcísica, situações de muita violência, apontando para uma dificuldade em sustentar escolhas e em estabelecer vínculos interpessoais mais estáveis. Muitos pacientes chegam ao analista com um marcante sentimento de vazio. Utilizando uma expressão freudiana, temos um mundo de almas transbordantes, cujos corpos foram atingidos em função da precariedade de recursos do Eu diante da ameaça do sentimento de desamparo. Nesta clínica de pacientes chamados “limites”, lidamos com paradoxos motivados pelo grau de ambivalência a que o sujeito se encontra submetido, cuja temática foi alinhavada de maneira bastante coerente. O analista que aceita oferecer sua capacidade de pensar e seu aparelho psíquico em prol do processo analítico e do funcionamento psíquico do seu paciente, como o faz Bruno Quintino, apresenta um belo mosaico que nos aproxima das dificuldades encontradas por aqueles que se aventuram na caminhada árida e instigante da clínica psicanalítica com pacientes limites. E para isso, o autor vai explorar a clínica dos casos limites a partir das teorias de Freud, Ferenczi e Winnicott.

Autor: Bruno Quintino de Oliveira  –Graduado em Psicologia na Universidade Federal Fluminense (UFF), em 2016; com Especialização em Saúde Mental pelo programa de Residência Multiprofissional da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em 2018. É Mestre em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e atualmente Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É professor do curso de Psicologia do Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO) e da Universidade Estácio de Sá (UNESA). Atua como psicólogo clínico de orientação psicanalítica no consultório privado.

Memória Corporal e Transferência

Livro 2 – Memória Corporal e Transferência – A partir de inúmeras questões levantadas no tratamento de pacientes somatizantes, surgiu a necessidade de repensar a técnica analítica. A dificuldade de simbolização prejudicava por vezes a associação livre desses pacientes, causando impasses e impedimentos ao trabalho. As manifestações corporais se mostravam como índices evidentes para uma investigação sobre os conflitos, e era por meio delas (sintomas, gestos, posturas) que as associações podiam ser feitas, como acontece com o jogo, na análise infantil. A pesquisa ampliou-se pela constatação de que, também em outras organizações psíquicas, uma via sensorial é inerente à comunicação analista-analisando. Fez-se, então, necessário resgatar o corpo sensível do paciente, e interrogar sobre os dispositivos analíticos que consideram a extraordinária presença do corporal.

Autora: Ivanise Fontes – psicanalista, doutora em Psicanálise pela Universidade Paris 7 – Denis Diderot, com pós-doutorado no Laboratório de Psicopatologia Fundamental do Núcleo de Estudos Pós-graduados em Psicologia Clínica da PUC-SP. Autora de La Mémoire Corporelle e Le Transfert (Presses Universitaires du Septentrion, França,1999), A Memória Corporal e a Transferência (Via Lettera, Brasil, 2002), Psicanálise do Sensível – fundamentos e clínica (Ideias & Letras, 2010), coautora de Virando Gente – a história do nascimento psíquico (Ideias&Letras, 2014), A Descoberta de Si-Mesmo na visão de uma Psicanálise do sensível (Ideias & Letras, 2017), coordenadora da cartilha: Autismo – do que se trata (Autografia, 2018), produtora e codiretora do o curta-metragem “Cornélio Penna – nos benefícios da depressão” lançado em 2019.

Livro 3 – MODIFICAÇÕES CORPORAIS: SAÚDE, CRIATIVIDADE E ESPONTANEIDADE –A grande contribuição deste livro é a de percorrer a noção do estatuto do corpo, dando a este uma positividade frente às noções de normalidade e saúde. A singularidade, antes ancorada exclusivamente em valores subjetivos, passou a ser marcada no corpo seja sob a forma de tatuagens ou como body-art. Fernando Pontes Soares nos mostra o quanto é simplista qualificar esses eventos como anormais ou doentes. Lançando mão de autores como Nietzsche, Canguilhem e Foucault, o autor aponta para a fragilidade das premissas de saúde e normalidade que tentaram delimitar esse campo, e para o quanto essas categorias precisam ser repensadas sob outras óticas. Lança mão do saber psicanalítico, trazendo à luz o conceito de saúde em Winnicott. Além disso, equipado com as noções winnicottianas de criatividade e espontaneidade, o autor vai redescrever a relação entre mudança corporal e estados físico-mentais de saúde e doença de forma extremamente interessante. O corpo, à luz dos dois conceitos, ganha um protagonismo teórico e psicológico que parecia pouco visível nas demais teorias psicanalíticas. Do ponto de vista psicológico, divergir do meio ambiente pode ser sinal de saúde e de força de vida. O que distingue uma atipia inovadora de uma mera manifestação sintomática é a capacidade que a primeira tem de renovar continuamente a pluralidade dos espaços transicionais. Com isso, a clareira da criatividade e da espontaneidade permanecerá aberta a todos os corpos, desejos, crenças e atitudes que façam com que “a vida valha a pena ser vivida”. Este livro propõe inúmeras indagações que povoam a clínica atual. Com Prefácio de Jurandir Freire Costa.

Autor: Fernando Pontes Soares –Nasceu em 1969, em Recife. Estudou no Colégio da Polícia Militar. Formou-se em Medicina pela UFPE. Especialista em Psiquiatria pelo Instituto Philippe Pinel-RJ onde foi Professor de Psicofarmacoterapia e Coordenador das Unidades de Internação. Mestre e Doutor em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da UERJ, Professor do Curso de Graduação em Dança da UniverCidade e influenciado pelo ano de estudos no Laboratório de História e Filosofia do Corpo, em Nancy, radicou-se na França em 2006. Dedicou-se à clínica da infância e da adolescência, e em particular à pesquisa mé – dica. Publicou na Revista de Filosofia Concepts, no Dictionnaire du Corps em Sciences Humaines et Sociales e no Journal of Clinical Psychiatry. Liderou equipes de desenvolvimento clínico na França, Ucrânia, África do Sul e Turquia. Entre 2018 e 2022 retornou ao Brasil para dirigir o Centro Internacional de Pesquisa Terapêutica dos Laboratórios Servier. Retomou a atividade psicoterápica e as aulas na Pós-Graduação em Transtornos Alimentares da PUC-Rio, revisitando sua tese de doutorado como base para esta publicação.

O Tempo do Traumático

Livro 4 – O tempo do traumático  – É quase lugar comum dizer o quanto o pensamento de Sándor Ferenczi é atual quando, há quase 100 anos atrás, já era considerado um psicanalista ‘original’. Não à toa, era chamado para dar conta dos ‘casos difíceis’, casos que se apresentavam como um desafio à psicanálise.  Felicia Knobloch, como Ferenczi, foi tocada pelo sofrimento de seus analisandos, o que a levou a acompanhar a trama teórica e clínica deste psicanalista, problematizando cada conceito, mas tendo presente, a todo momento, segundo suas próprias palavras, que “cada analista tem sua teoria e, quem sabe, uma teoria para cada analisando”. Esta tarefa teve como efeito, abrir “novas possibilidades da prática terapêutica”, seu interesse maior. A autora coloca em questão tal afirmação, assim como seus fundamentos metapsicológicos, numa obra que, por sua clareza e pela pertinência de suas interrogações, pela fineza na discriminação das minúcias, pelo rigor na apresentação e acompanhamento dos conceitos, pela força das imagens produzidas em sua escrita, será certamente muito enriquecedora para os leitores. Não estamos diante de um texto que pretende responder ao desafio que os ‘casos difíceis’ nos impõem. Afinal hoje já sabemos bastante sobre o que está para além do princípio do prazer. Felicia Knobloch nos lança em um universo no qual, mais que buscar entender seus casos difíceis, ela se rendeu ao sentir. E faz isso de um modo elegante, por mais árduo que o trabalho possa se mostrar. Esta forma de abordar a questão do traumático é de uma delicadeza ímpar: sem propor soluções, ela nos convida a pensar com afeto a nossa própria clínica, ao mesmo tempo que nos instiga com suas próprias indagações. Trata-se, neste sentido, de uma postura eminentemente ética. É isso que nos faz querer ler e reler O tempo do traumático. Porque sentir está para além do entender.

Autora: Felicia Knobloch –Psicanalista. Doutora em Psicologia Clinica pela PUC-SP. Pós Doutora Saude Coletiva pela UNICAMP.
Professora e supervisora do Curso de Psicologia da FACHS PUC-SP ( 1979-2016). Membro do Grupo Brasileiro de Pesquisa Sándor Ferenczi.

Peso 1 kg
Dimensões 22 × 15 × 1 cm
Autores:

Livro 1 – Bruno Quintino de Oliveira
Livro 2 – Ivanise Fontes
Livro 3 – Fernando Pontes Soares
Livro 4 – Felicia Knobloch

ISBN

Livro 1 – 9786599545061
Livro 2 – 9786599545009
Livro 3 – 9786599545078
Livro 4 – 9786599545030

Número da Edição

Livro 1 – 1ª EDIÇÃO – 2023
Livro 2 – 2ª Edição – 2021
Livro 3 – 1ª Edição – 2022
Livro 4 – 2ª Edição – 2022

ACABAMENTO

Brochura

Número de Páginas

Livro 1 – 188
Livro 2 – 170
Livro 3 – 212
Livro 4 – 192

Idioma

Ambos os livros – Português

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