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Combo dos livros Ferenczi Obras completas Vol. 1 + Memória Corporal e Transferência + Percursos Psicanalíticos no Brasil + Tecendo laços , desatando nós + Fake News e Angustia + O mecanismo de rejeição

Original price was: R$ 588,00.Current price is: R$ 400,00.

  Livro 1 – FERENCZI RUMO À PSICANÁLISE. ESCRITOS PRÉ-ANALÍTICOS (1897-1908), Obras Completas de Sándor Ferenczi, Vol 1. – Os escritos pré-analíticos de Sándor Ferenczi são um registro de trabalho do período que cobre cerca de um terço de sua vida, traçando as atividades médicas e públicas até fevereiro de 1908, data do encontro historicamente significativo com Freud e o início do período psicanalítico. O começo da sua carreira, aos vinte anos, e sua busca por um caminho profissional emergem e os temas básicos de sua carreira criativa se desenrolam em paralelo com a medicina: doenças psicológicas, questões psicológicas da sexualidade, reconhecimento do inconsciente e semiprocessos conscientes, o levantamento da necessidade de uma relação cooperativa médico-paciente e sua indispensabilidade durante a cura. A esses primeiros temas junta-se a crítica ao modelo hierárquico de relacionamento e ao autoritarismo, base da posterior arte poética psicanalítica de Ferenczi. Os primeiros escritos, inseridos no tecido da vida médica, pública e cultural da Hungria no início do século 20, fornecem informações sobre as suas relações profissionais e literárias e sua proficiência demonstrada nos campos das ciências naturais e humanas. A ampla gama de interesses e imersão cultural de Ferenczi contribuirá para a abertura interdisciplinar da Associação Psicanalítica Húngara, a qual ele fundou, e para a diversidade única da Escola de Budapeste. Aqui se encontram mais de uma centena de publicações de vários gêneros da era pré-analítica — estudos, resenhas, relatos de casos, traduções — formando parte integrante da obra de Sándor Ferenczi, na qual as características básicas da sua personalidade e os valores básicos de sua posterior abordagem psicanalítica podem serem aqui reconhecidas.

 

Autor: Sándor Ferencz
As notas foram escritas por: Judit Mészáros e László András Magyar
Prefácio e Introdução: Judit Mészáros
Tradução: Alina Karnics
Prefácio à Edição brasileira: Daniel Kupperman e Sergio Gomes

 

 

Livro 2 – Memória Corporal e Transferência – A partir de inúmeras questões levantadas no tratamento de pacientes somatizantes, surgiu a necessidade de repensar a técnica analítica. A dificuldade de simbolização prejudicava por vezes a associação livre desses pacientes, causando impasses e impedimentos ao trabalho. As manifestações corporais se mostravam como índices evidentes para uma investigação sobre os conflitos, e era por meio delas (sintomas, gestos, posturas) que as associações podiam ser feitas, como acontece com o jogo, na análise infantil. A pesquisa ampliou-se pela constatação de que, também em outras organizações psíquicas, uma via sensorial é inerente à comunicação analista-analisando. Fez-se, então, necessário resgatar o corpo sensível do paciente, e interrogar sobre os dispositivos analíticos que consideram a extraordinária presença do corporal.

 

Autora: Ivanise Fontes – psicanalista, doutora em Psicanálise pela Universidade Paris 7 – Denis Diderot, com pós-doutorado no Laboratório de Psicopatologia Fundamental do Núcleo de Estudos Pós-graduados em Psicologia Clínica da PUC-SP. Autora de La Mémoire Corporelle e Le Transfert (Presses Universitaires du Septentrion, França,1999), A Memória Corporal e a Transferência (Via Lettera, Brasil, 2002), Psicanálise do Sensível – fundamentos e clínica (Ideias & Letras, 2010), coautora de Virando Gente – a história do nascimento psíquico (Ideias&Letras, 2014), A Descoberta de Si-Mesmo na visão de uma Psicanálise do sensível (Ideias & Letras, 2017), coordenadora da cartilha: Autismo – do que se trata (Autografia, 2018), produtora e codiretora do o curta-metragem “Cornélio Penna – nos benefícios da depressão” lançado em 2019.

 

Livro 3 – Percursos Psicanalíticos no Brasil “Existe uma psicanálise brasileira?”, “A psicanálise é tão somente mais um produto da metrópole, importado e consumido pela colônia?”, “Seria ela um instrumento de colonização, exploração e subjugação?”, “Praticar psicanálise seria, então, submeter-se ao colonizador?”. Para responder a estas perguntas, os psicanalistas Pedro Cattapan e Sergio Gomes entrevistam três grandes representantes da psicanálise no Brasil: Teresa Pinheiro, Jurandir Freire Costa e Joel Birman. O percurso destes três psicanalistas na história da psicanálise brasileira guarda suas semelhanças e diferenças: todos eles são mais ou menos de uma mesma geração, estiveram em Paris durante sua formação intelectual, foram influenciados por pensadores dos anos 1960 e 1970, os quais transformaram suas trajetórias de modo marcante. Os três ainda foram professores universitários que lecionaram conteúdos psicanalíticos em cursos de graduação e pós-graduação ao longo de décadas. Eles discutem, neste livro, as diferenças que encontram entre psicanalisar, lecionar psicanálise como matéria universitária, pesquisar e formar analistas, falam da sua formação acadêmico-intelectual, suas principais influências teóricas, e se posicionam criticamente sobre os modos de se fazer psicanálise no Brasil, o descolonialismo, o decolonialismo, a psicanálise dentro e fora das universidades, entre outros assuntos de grande importância e interesse para psicanalistas e estudantes de psicanálise, tornando-se crucial divulgar seus argumentos presentes neste livro.

 

Autor: Pedro Cattapan – Psicanalista
Entrevistados:
Pedro Cattapan (org.)
Teresa Pinheiro
Jurandir Freire Costa
Joel Birman

 

Livro 4 – Fake News e Angústia em Tempos de Pandemia Em Fake news e angústia em tempos de pandemia o autor explora a produção de angústia (em escala “industrial”) em nossa sociedade, durante a pandemia de Covid-19, como efeito traumático direto da maior catástrofe sanitária mundial dos últimos 100 anos. Essa catástrofe foi agravada pelo desmentido negacionista e a anticiência do discurso fascista da extrema-direita que ascendeu ao poder nesta última década em diversos países, como Estados Unidos e Brasil. Neste cenário, o comportamento delirante e irresponsável do ex-presidente do Brasil, no período de 2019 a 2022, tornou a catástrofe traumática ainda mais grave e contribuiu para o agravamento da pandemia em nosso país. Trata-se de um desmentido que foi reforçado pela infodemia de desinformação e pelas fake news produzidas com o objetivo de negar a realidade da pandemia. Isto produziu uma realidade alternativa da extrema direita que defendia a negação de qualquer princípio científico que se contraponha às crenças arraigadas destes grupos. Combinando com esse cenário, pudemos observar a completa rejeição de qualquer Outro, que também seja, por qualquer razão, diferente ou não se enquadre dentro de seus modelos em um típico processo de narcisismo das pequenas diferenças. Neste livro, o autor Marcelo Bernstein recupera o que Freud apontava em seu trabalho sobre a psicologia das massas e sobre os mecanismos nos quais se apoiava o fascismo crescente na Europa pré-Segunda Guerra Mundial.

 

Autora: Marcelo Bernstein é Psicanalista e psicólogo clínico, mestre em Psicanálise pela Universidade Veiga de Almeida, com pós-graduação em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), especialização em Sexualidade Humana e membro da sociedade psicanalítica Formação Freudiana e do Grupo Brasileiro de Pesquisa Sandór Ferenczi, com experiência no atendimento a depressão, síndrome do pânico, transtorno bipolar, compulsões, quadros de transtorno e de psicose (esquizofrenia, paranoia, melancolia), além de disfunções sexuais masculinas e femininas. O autor também é jornalista formado pela Facha e professor universitário de Jornalismo, Publicidade e Design Digital; lecionou na Facha, na Universidade Estácio de Sá, na Universidade Gama Filho e no Centro universitário da Cidade.

Livro 5 – O mecanismo de rejeição (Verwerfung) em Lacan e Bion  Na língua alemã, Verwerfung designa o ato de arremessar algo para fora ou para longe, porém com uma nuance: esse algo não é inócuo, como um papel amassado que se joga no lixo, mas sim ameaçador, e por isso temido. Daí a necessidade de o expulsar do psiquisimo, e as conotações enfáticas de repúdio, de não querer saber mais daquilo, de mantê-lo à distância segura – em suma, de rejeição. Retraçando a história e as funções da noção na obra de Freud, na qual constitui o mecanismo central das psicoses, Rodrigo Otávio Fonseca constrói a base para analisar o uso que dela farão Jacques Lacan e Wilfred Bion. Seguindo o mesmo método – situar o conceito nos contextos clínicos e teóricos nos quais esses autores o empregam e o desenvolvem – ele nos brinda com um excelente estudo da obra de cada um, sob o prisma da relação do inconsciente com a linguagem (Lacan) e com o pensar (Bion). A cereja do bolo vem a seguir, quando se estabelece um diálogo entre os dois sucessores de Freud, que, se tivesse sido de fato travado, partiria do interesse de ambos pelos enigmas das psicoses, e aos poucos se espraiaria por boa parte das teorias que elaboraram.

 Autor: Rodrigo Otávio Fonseca –Psicólogo e Psicanalista, Doutor em Psicologia Clínica (PUC-SP); Mestre em Psicologia pela Universidade São Marcos (SP).

 

 

 Livro 6 – Tecendo Laços e Desatando Nós: a sensorialidade na clínica psicanalítica com famílias – Tecendo Laços e Desatando Nós, da psicanalista Fernanda Palermo, é uma contribuição aos estudos da psicoterapia de família e de casal a partir da psicanálise. A autora propõe uma discussão acerca dos vínculos inconscientes primários da família banhados pela cossensorialidade e sua expressão no campo analítico.  A sensorialidade carrega o potencial de produção de infindáveis sentidos, por ser parte constitutiva do sujeito e da família e manifestação do que falha e/ou falta, do que é sentido, mas não pensado, incidindo nos vínculos familiares, podendo ser continuamente ativada como comunicação do traumático transmitido entre as gerações. Os leitores podem se transportar, por meio de vinhetas clínicas contidas no livro, para a clínica com famílias e experimentar o sofrimento psíquico familiar vivenciado na corporeidade do setting analítico. Para tecer laços e desatar nós, é preciso estar ciente de que os rastros sensoriais funcionam como sinalizadores que carregam potencialidades e limites, e que o trabalho no campo analítico, formado pelo encontro entre família e analista, acontece no aqui e agora das sessões em um “viver com”.

 Autora: Fernanda Palermo é Doutora e Mestre em Psicologia Clínica (PUC- Rio), no Laboratório de Estudos de Família e Casal (LEFaC), e especialista em Terapia de Casal e Família pela mesma Instituição. Fez estágio doutoral na Université Paris Cité – Laboratoire Psychologie Clinique, Psychopathologie, Psychanalyse (PCPP) -THEMA “Groupe, Famille et Institution”. Pós-doutoranda em Psicologia (USP), no Laboratório de Estudos em Psicanálise e Psicologia Social (LAPSO). Membro efetivo do Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro (CPRJ). Membro efetivo da Associação Brasileira de Psicanálise de Casal e Família (ABPCF). Membre effectif de l’Association Internationale de Psychanalyse de Couple et de Famille (AIPCF). Atua na clínica com casais e familias e é autora de vários artigos científicos na área.



       Livro 1 – FERENCZI RUMO À PSICANÁLISE. ESCRITOS PRÉ-ANALÍTICOS (1897-1908), Obras Completas de Sándor Ferenczi, Vol 1. – Os escritos pré-analíticos de Sándor Ferenczi são um registro de trabalho do período que cobre cerca de um terço de sua vida, traçando as atividades médicas e públicas até fevereiro de 1908, data do encontro historicamente significativo com Freud e o início do período psicanalítico. O começo da sua carreira, aos vinte anos, e sua busca por um caminho profissional emergem e os temas básicos de sua carreira criativa se desenrolam em paralelo com a medicina: doenças psicológicas, questões psicológicas da sexualidade, reconhecimento do inconsciente e semiprocessos conscientes, o levantamento da necessidade de uma relação cooperativa médico-paciente e sua indispensabilidade durante a cura. A esses primeiros temas junta-se a crítica ao modelo hierárquico de relacionamento e ao autoritarismo, base da posterior arte poética psicanalítica de Ferenczi. Os primeiros escritos, inseridos no tecido da vida médica, pública e cultural da Hungria no início do século 20, fornecem informações sobre as suas relações profissionais e literárias e sua proficiência demonstrada nos campos das ciências naturais e humanas. A ampla gama de interesses e imersão cultural de Ferenczi contribuirá para a abertura interdisciplinar da Associação Psicanalítica Húngara, a qual ele fundou, e para a diversidade única da Escola de Budapeste. Aqui se encontram mais de uma centena de publicações de vários gêneros da era pré-analítica — estudos, resenhas, relatos de casos, traduções — formando parte integrante da obra de Sándor Ferenczi, na qual as características básicas da sua personalidade e os valores básicos de sua posterior abordagem psicanalítica podem serem aqui reconhecidas.

 

Autor: Sándor Ferencz
As notas foram escritas por: Judit Mészáros e László András Magyar
Prefácio e Introdução: Judit Mészáros
Tradução: Alina Karnics
Prefácio à Edição brasileira: Daniel Kupperman e Sergio Gomes

 

 

Livro 2 – Memória Corporal e Transferência – A partir de inúmeras questões levantadas no tratamento de pacientes somatizantes, surgiu a necessidade de repensar a técnica analítica. A dificuldade de simbolização prejudicava por vezes a associação livre desses pacientes, causando impasses e impedimentos ao trabalho. As manifestações corporais se mostravam como índices evidentes para uma investigação sobre os conflitos, e era por meio delas (sintomas, gestos, posturas) que as associações podiam ser feitas, como acontece com o jogo, na análise infantil. A pesquisa ampliou-se pela constatação de que, também em outras organizações psíquicas, uma via sensorial é inerente à comunicação analista-analisando. Fez-se, então, necessário resgatar o corpo sensível do paciente, e interrogar sobre os dispositivos analíticos que consideram a extraordinária presença do corporal.

 

Autora: Ivanise Fontes – psicanalista, doutora em Psicanálise pela Universidade Paris 7 – Denis Diderot, com pós-doutorado no Laboratório de Psicopatologia Fundamental do Núcleo de Estudos Pós-graduados em Psicologia Clínica da PUC-SP. Autora de La Mémoire Corporelle e Le Transfert (Presses Universitaires du Septentrion, França,1999), A Memória Corporal e a Transferência (Via Lettera, Brasil, 2002), Psicanálise do Sensível – fundamentos e clínica (Ideias & Letras, 2010), coautora de Virando Gente – a história do nascimento psíquico (Ideias&Letras, 2014), A Descoberta de Si-Mesmo na visão de uma Psicanálise do sensível (Ideias & Letras, 2017), coordenadora da cartilha: Autismo – do que se trata (Autografia, 2018), produtora e codiretora do o curta-metragem “Cornélio Penna – nos benefícios da depressão” lançado em 2019.

 

Livro 3 – Percursos Psicanalíticos no Brasil “Existe uma psicanálise brasileira?”, “A psicanálise é tão somente mais um produto da metrópole, importado e consumido pela colônia?”, “Seria ela um instrumento de colonização, exploração e subjugação?”, “Praticar psicanálise seria, então, submeter-se ao colonizador?”. Para responder a estas perguntas, os psicanalistas Pedro Cattapan e Sergio Gomes entrevistam três grandes representantes da psicanálise no Brasil: Teresa Pinheiro, Jurandir Freire Costa e Joel Birman. O percurso destes três psicanalistas na história da psicanálise brasileira guarda suas semelhanças e diferenças: todos eles são mais ou menos de uma mesma geração, estiveram em Paris durante sua formação intelectual, foram influenciados por pensadores dos anos 1960 e 1970, os quais transformaram suas trajetórias de modo marcante. Os três ainda foram professores universitários que lecionaram conteúdos psicanalíticos em cursos de graduação e pós-graduação ao longo de décadas. Eles discutem, neste livro, as diferenças que encontram entre psicanalisar, lecionar psicanálise como matéria universitária, pesquisar e formar analistas, falam da sua formação acadêmico-intelectual, suas principais influências teóricas, e se posicionam criticamente sobre os modos de se fazer psicanálise no Brasil, o descolonialismo, o decolonialismo, a psicanálise dentro e fora das universidades, entre outros assuntos de grande importância e interesse para psicanalistas e estudantes de psicanálise, tornando-se crucial divulgar seus argumentos presentes neste livro.

 

Autor: Pedro Cattapan – Psicanalista
Entrevistados:
Pedro Cattapan (org.)
Teresa Pinheiro
Jurandir Freire Costa
Joel Birman

 

Livro 4 – Fake News e Angústia em Tempos de Pandemia Em Fake news e angústia em tempos de pandemia o autor explora a produção de angústia (em escala “industrial”) em nossa sociedade, durante a pandemia de Covid-19, como efeito traumático direto da maior catástrofe sanitária mundial dos últimos 100 anos. Essa catástrofe foi agravada pelo desmentido negacionista e a anticiência do discurso fascista da extrema-direita que ascendeu ao poder nesta última década em diversos países, como Estados Unidos e Brasil. Neste cenário, o comportamento delirante e irresponsável do ex-presidente do Brasil, no período de 2019 a 2022, tornou a catástrofe traumática ainda mais grave e contribuiu para o agravamento da pandemia em nosso país. Trata-se de um desmentido que foi reforçado pela infodemia de desinformação e pelas fake news produzidas com o objetivo de negar a realidade da pandemia. Isto produziu uma realidade alternativa da extrema direita que defendia a negação de qualquer princípio científico que se contraponha às crenças arraigadas destes grupos. Combinando com esse cenário, pudemos observar a completa rejeição de qualquer Outro, que também seja, por qualquer razão, diferente ou não se enquadre dentro de seus modelos em um típico processo de narcisismo das pequenas diferenças. Neste livro, o autor Marcelo Bernstein recupera o que Freud apontava em seu trabalho sobre a psicologia das massas e sobre os mecanismos nos quais se apoiava o fascismo crescente na Europa pré-Segunda Guerra Mundial.

 

Autora: Marcelo Bernstein é Psicanalista e psicólogo clínico, mestre em Psicanálise pela Universidade Veiga de Almeida, com pós-graduação em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), especialização em Sexualidade Humana e membro da sociedade psicanalítica Formação Freudiana e do Grupo Brasileiro de Pesquisa Sandór Ferenczi, com experiência no atendimento a depressão, síndrome do pânico, transtorno bipolar, compulsões, quadros de transtorno e de psicose (esquizofrenia, paranoia, melancolia), além de disfunções sexuais masculinas e femininas. O autor também é jornalista formado pela Facha e professor universitário de Jornalismo, Publicidade e Design Digital; lecionou na Facha, na Universidade Estácio de Sá, na Universidade Gama Filho e no Centro universitário da Cidade.

Livro 5 – O mecanismo de rejeição (Verwerfung) em Lacan e Bion  Na língua alemã, Verwerfung designa o ato de arremessar algo para fora ou para longe, porém com uma nuance: esse algo não é inócuo, como um papel amassado que se joga no lixo, mas sim ameaçador, e por isso temido. Daí a necessidade de o expulsar do psiquisimo, e as conotações enfáticas de repúdio, de não querer saber mais daquilo, de mantê-lo à distância segura – em suma, de rejeição. Retraçando a história e as funções da noção na obra de Freud, na qual constitui o mecanismo central das psicoses, Rodrigo Otávio Fonseca constrói a base para analisar o uso que dela farão Jacques Lacan e Wilfred Bion. Seguindo o mesmo método – situar o conceito nos contextos clínicos e teóricos nos quais esses autores o empregam e o desenvolvem – ele nos brinda com um excelente estudo da obra de cada um, sob o prisma da relação do inconsciente com a linguagem (Lacan) e com o pensar (Bion). A cereja do bolo vem a seguir, quando se estabelece um diálogo entre os dois sucessores de Freud, que, se tivesse sido de fato travado, partiria do interesse de ambos pelos enigmas das psicoses, e aos poucos se espraiaria por boa parte das teorias que elaboraram.

 Autor: Rodrigo Otávio Fonseca –Psicólogo e Psicanalista, Doutor em Psicologia Clínica (PUC-SP); Mestre em Psicologia pela Universidade São Marcos (SP).

 

 

 Livro 6 – Tecendo Laços e Desatando Nós: a sensorialidade na clínica psicanalítica com famílias – Tecendo Laços e Desatando Nós, da psicanalista Fernanda Palermo, é uma contribuição aos estudos da psicoterapia de família e de casal a partir da psicanálise. A autora propõe uma discussão acerca dos vínculos inconscientes primários da família banhados pela cossensorialidade e sua expressão no campo analítico.  A sensorialidade carrega o potencial de produção de infindáveis sentidos, por ser parte constitutiva do sujeito e da família e manifestação do que falha e/ou falta, do que é sentido, mas não pensado, incidindo nos vínculos familiares, podendo ser continuamente ativada como comunicação do traumático transmitido entre as gerações. Os leitores podem se transportar, por meio de vinhetas clínicas contidas no livro, para a clínica com famílias e experimentar o sofrimento psíquico familiar vivenciado na corporeidade do setting analítico. Para tecer laços e desatar nós, é preciso estar ciente de que os rastros sensoriais funcionam como sinalizadores que carregam potencialidades e limites, e que o trabalho no campo analítico, formado pelo encontro entre família e analista, acontece no aqui e agora das sessões em um “viver com”.

 Autora: Fernanda Palermo é Doutora e Mestre em Psicologia Clínica (PUC- Rio), no Laboratório de Estudos de Família e Casal (LEFaC), e especialista em Terapia de Casal e Família pela mesma Instituição. Fez estágio doutoral na Université Paris Cité – Laboratoire Psychologie Clinique, Psychopathologie, Psychanalyse (PCPP) -THEMA “Groupe, Famille et Institution”. Pós-doutoranda em Psicologia (USP), no Laboratório de Estudos em Psicanálise e Psicologia Social (LAPSO). Membro efetivo do Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro (CPRJ). Membro efetivo da Associação Brasileira de Psicanálise de Casal e Família (ABPCF). Membre effectif de l’Association Internationale de Psychanalyse de Couple et de Famille (AIPCF). Atua na clínica com casais e familias e é autora de vários artigos científicos na área.

Peso 1 kg
Dimensões 22 × 15 × 1 cm
Autores:

Livro 1 – Sándor Ferenczi
Livro 2 – Ivanise Fontes
Livro 3 – Pedro Cattapan
Livro 4 – Marcelo Bernstein
Livro 5 – Rodrigo Otávio Fonseca
Livro 6 – Fernanda Palermo

ISBN

Livro 1 – 9786585823050
Livro 2 – 9786599545009
Livro 3 – 9786585823074
Livro 4 – 97865858230908
Livro 5 – 9786585823081
Livro 6 – 9786585823104

Número da Edição

Livro 1 – 1ª Edição – 2024
Livro 2 – 2ª Edição – 2021
Livro 3 – 1ª Edição – 2024
Livro 4 – 1ª Edição – 2024
Livro 5 – 1ª Edição – 2024
Livro 6 – 1ª Edição – 2024

ACABAMENTO

Brochura

Número de Páginas

Livro 1 – 680
Livro 2 – 170
Livro 3 – 180
Livro 4 – 139
Livro 5 – 304
Livro 6 – 246

Idioma

Ambos os livros – Português

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