Violência Patriarcal (Pré-venda)

R$ 80,00

Violência Patriarcal (Pré-venda com postagens a partir do dia 31/07)

Patrícia Fasuolo Serfaty é Psicanalista Membro da Associação Brasileira para o Estudo da Psicologia Psicanalítica do Self (ABEPPS)/ Membro da Sociedade Brasileira de Bioética (SBB)/ Member, International Association for Psychoanalytic Self Psychology (IAPSP)/ Pesquisadora em Violências e Subjetividades/ Membro do Grupo de Pesquisas e Práticas em Psicanálise Não Patriarcal/ Professora da Casa do Saber/ Pós-doutoranda em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva pela UFRJ/ Doutora em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva pela UFRJ/ Mestra em Teoria Psicanalítica pela UFRJ/ Mestra em Psicanálise e Liderança pela UFF/ Especialista em Alfabetização Emocional/ Autora de artigos e dos livros: Pais Gentilmente Narcisistas: a violência silenciosa do desamor e Alfabetização Emocional: o segredo para a construção de relacionamentos.

Sinopse: Violência Patriarcal: na interface entre Psicanálise e Bioética, mergulha nas raízes profundas da dominação masculina para revelar como o machismo não é apenas um comportamento isolado, mas um projeto cultural contínuo que molda o psiquismo humano. Através de uma “psicanálise de denúncia” articulada à bioética crítica, a obra conecta o sofrimento individual às falhas éticas do ambiente social, tratando a violência de gênero como uma urgência de saúde pública e justiça social. A autora investiga as chamadas “pedagogias do patriarcado”, examinando desde mitos bíblicos que introjetam a submissão feminina até a construção social de um núcleo perverso na masculinidade hegemônica. O livro lança luz sobre a violência velada praticada por supostos “homens de bem” — indivíduos integrados à sociedade que utilizam o controle, a indiferença e a manipulação para desvitalizar seus objetos de relação e manter privilégios. A análise avança para os desafios contemporâneos do cyberpatriarcado, explorando como a manosfera e a pornografia institucionalizam a supremacia masculina e fomentam novas formas de abuso digital e ódio às mulheres. Paralelamente, a obra discute a condição das mulheres como “prisioneiras da cultura”, utilizando a alegoria de camadas de vulnerabilidade de Florencia Luna e a lente da interseccionalidade. O texto articula vozes do feminismo negro e do transfeminismo revelando as múltiplas modalidades de violência e as potentes formas de “transexistência” que emergem como resistência em corpos femininos e identidades contra-hegemônicos. Violência Patriarcal é, em última análise, uma convocação necessária para reafirmar a psicanálise como ferramenta de ação no mundo e consolidar seu engajamento ético-político diante dos desafios de nosso tempo. A obra oferece subsídios fundamentais para pensar o enfrentamento da violência de gênero, unindo profundidade teórica a um firme posicionamento ético.

 

SUMÁRIO
PREFÁCIO 13
INTRODUÇÃO 15
1. AS PEDAGOGIAS DO PATRIARCADO 19
O núcleo perverso da masculinidade hegemônica 26
Garotos de bem: uma ilustração 26
A dominação e subjugação dos corpos femininos como linguagem erótica A primeira mulher: a erotização feminina como anátema 36
A segunda mulher: Eva como ideal de feminino exaltado pelo patriarcado O cativeiro da cultura 46
Pedagogias do patriarcado 51
O crime de Onã 53
2. CIBERPATRIARCADO 64
O paradigma tecnológico 67
O “Erotismo de Possuir” como Conceito Central da Sexualidade Masculina Adicção à pornografia e cyberpedofilia 72
Crimes exercidos mediante apropriação dos corpos das mulheres Pornografia e supremacia masculina 79
A Violência e Seus Impactos na Saúde 82
3. UM BERÇÁRIO DE PRISIONEIRAS 95
Machismo como violação dos direitos humanos 102
O neomachismo: uma reconfiguração do patriarcado. A transexistência 107
O sonho: um prenúncio de cura 109
Análise do sonho 110
Nossas feministas Quizombeiras 112
Violência de Gênero, Interseccionalidade e Psicanálise: Reflexões pelas lentes das autoras negras Transfeminismos 124
4. RUMO À JUSTIÇA DE GÊNERO 134
Masculinidades feministas 139
Repudiar a masculinidade adoecedora: John Stoltenberg Opressão e subjetividade: aproximações entre Iris Marion Young e Donald Winnicott Masculinidade e o imperativo da responsabilidade política Jablonka e os homens justos 154
Como Ivan Jablonka define um homem justo? 157
ALÉM DESSAS PÁGINAS 159
REFERÊNCIAS 162

Compre na pré-venda e ganhe uma ecobag exclusiva da INM Editora

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Patrícia Fasuolo Serfaty é Psicanalista Membro da Associação Brasileira para o Estudo da Psicologia Psicanalítica do Self (ABEPPS)/ Membro da Sociedade Brasileira de Bioética (SBB)/ Member, International Association for Psychoanalytic Self Psychology (IAPSP)/ Pesquisadora em Violências e Subjetividades/ Membro do Grupo de Pesquisas e Práticas em Psicanálise Não Patriarcal/ Professora da Casa do Saber/ Pós-doutoranda em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva pela UFRJ/ Doutora em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva pela UFRJ/ Mestra em Teoria Psicanalítica pela UFRJ/ Mestra em Psicanálise e Liderança pela UFF/ Especialista em Alfabetização Emocional/ Autora de artigos e dos livros: Pais Gentilmente Narcisistas: a violência silenciosa do desamor e Alfabetização Emocional: o segredo para a construção de relacionamentos.

Sinopse: Violência Patriarcal: na interface entre Psicanálise e Bioética, mergulha nas raízes profundas da dominação masculina para revelar como o machismo não é apenas um comportamento isolado, mas um projeto cultural contínuo que molda o psiquismo humano. Através de uma “psicanálise de denúncia” articulada à bioética crítica, a obra conecta o sofrimento individual às falhas éticas do ambiente social, tratando a violência de gênero como uma urgência de saúde pública e justiça social. A autora investiga as chamadas “pedagogias do patriarcado”, examinando desde mitos bíblicos que introjetam a submissão feminina até a construção social de um núcleo perverso na masculinidade hegemônica. O livro lança luz sobre a violência velada praticada por supostos “homens de bem” — indivíduos integrados à sociedade que utilizam o controle, a indiferença e a manipulação para desvitalizar seus objetos de relação e manter privilégios. A análise avança para os desafios contemporâneos do cyberpatriarcado, explorando como a manosfera e a pornografia institucionalizam a supremacia masculina e fomentam novas formas de abuso digital e ódio às mulheres. Paralelamente, a obra discute a condição das mulheres como “prisioneiras da cultura”, utilizando a alegoria de camadas de vulnerabilidade de Florencia Luna e a lente da interseccionalidade. O texto articula vozes do feminismo negro e do transfeminismo revelando as múltiplas modalidades de violência e as potentes formas de “transexistência” que emergem como resistência em corpos femininos e identidades contra-hegemônicos. Violência Patriarcal é, em última análise, uma convocação necessária para reafirmar a psicanálise como ferramenta de ação no mundo e consolidar seu engajamento ético-político diante dos desafios de nosso tempo. A obra oferece subsídios fundamentais para pensar o enfrentamento da violência de gênero, unindo profundidade teórica a um firme posicionamento ético.

 

SUMÁRIO
PREFÁCIO 13
INTRODUÇÃO 15
1. AS PEDAGOGIAS DO PATRIARCADO 19
O núcleo perverso da masculinidade hegemônica 26
Garotos de bem: uma ilustração 26
A dominação e subjugação dos corpos femininos como linguagem erótica A primeira mulher: a erotização feminina como anátema 36
A segunda mulher: Eva como ideal de feminino exaltado pelo patriarcado O cativeiro da cultura 46
Pedagogias do patriarcado 51
O crime de Onã 53
2. CIBERPATRIARCADO 64
O paradigma tecnológico 67
O “Erotismo de Possuir” como Conceito Central da Sexualidade Masculina Adicção à pornografia e cyberpedofilia 72
Crimes exercidos mediante apropriação dos corpos das mulheres Pornografia e supremacia masculina 79
A Violência e Seus Impactos na Saúde 82
3. UM BERÇÁRIO DE PRISIONEIRAS 95
Machismo como violação dos direitos humanos 102
O neomachismo: uma reconfiguração do patriarcado. A transexistência 107
O sonho: um prenúncio de cura 109
Análise do sonho 110
Nossas feministas Quizombeiras 112
Violência de Gênero, Interseccionalidade e Psicanálise: Reflexões pelas lentes das autoras negras Transfeminismos 124
4. RUMO À JUSTIÇA DE GÊNERO 134
Masculinidades feministas 139
Repudiar a masculinidade adoecedora: John Stoltenberg Opressão e subjetividade: aproximações entre Iris Marion Young e Donald Winnicott Masculinidade e o imperativo da responsabilidade política Jablonka e os homens justos 154
Como Ivan Jablonka define um homem justo? 157
ALÉM DESSAS PÁGINAS 159
REFERÊNCIAS 162

 

 

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Peso 0,250 kg
Dimensões 15 × 22 × 2 cm
Autora

Patrícia Fasuolo Serfaty é Psicanalista Membro da Associação Brasileira para o Estudo da Psicologia Psicanalítica do Self (ABEPPS)/ Membro da Sociedade Brasileira de Bioética (SBB)/ Member, International Association for Psychoanalytic Self Psychology (IAPSP)/ Pesquisadora em Violências e Subjetividades/ Membro do Grupo de Pesquisas e Práticas em Psicanálise Não Patriarcal/ Professora da Casa do Saber/ Pós-doutoranda em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva pela UFRJ/ Doutora em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva pela UFRJ/ Mestra em Teoria Psicanalítica pela UFRJ/ Mestra em Psicanálise e Liderança pela UFF/ Especialista em Alfabetização Emocional/ Autora de artigos e dos livros: Pais Gentilmente Narcisistas: a violência silenciosa do desamor e Alfabetização Emocional: o segredo para a construção de relacionamentos.

ISBN

9786585823494

Número da Edição

1ª EDIÇÃO – 2026

ACABAMENTO

Brochura

Número de Páginas

176

Idioma

Português

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