A história dos vencidos (Pré-venda)

R$ 80,00

A história dos vencidos (Pré-venda com ecobag exclusiva – LIMITADA)

Maria Rita Kehl

Maria Rita Kehl é psicanalista, doutora em psicanálise pela PUC de São Paulo, poeta e ensaísta, além de ser ganhadora do prêmio Jabuti. É autora de vários livros, entre os quais se destacam  Sobre ética e Psicanálise (INM Editora, 2023), Videologias – Ensaios sobre televisão (Boitempo, 2004) , escrito em parceria com Eugênio Bucci, O tempo e o cão (Boitempo, 2009), ganhador do Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Não-Ficção 2010, 18 crônicas e mais algumas (2011), Deslocamentos do feminino: a mulher freudiana na passagem para a modernidade (2016), Bovarismo brasileiro (2018) e Ressentimento (2020).

Sinopse: INM Editora tem o prazer de apresentar aos(às) leitores(as) brasileiros(as) o mais recente livro da psicanalista Vencedora do prêmio Jabuti Maria Rita Kehl: A História dos Vencidos. O livro é resultante de seus ensaios e crônicas publicados nas revistas Carta Capital e Cult, nos últimos cinco anos, período compreendido entre 2022 e 2026. Trata-se de 47 textos nos quais o leitor poderá ler em qualquer ordem, sobre os assuntos diversos trabalhados pela psicanalista: feminismo, violência de Estado, cancelamento nas redes sociais, cultura
indígena, sociedade do espetáculo, a cultura do ódio, a legalização da maconha, a política com relação aos moradores de rua em São Paulo, as fake news, a ascensão e queda do movimento político de direita no Brasil, a política de esquerda no atual governo brasileiro, seu trabalho na Comissão da Verdade a convite da presidenta Dilma Rousseff, algumas passagens autobiográficas, a maternidade, além de alguns textos sobre literatura, poesia e música popular brasileira, em especial o samba, ritmo musical do qual mais gosta de cantar. Na literatura, Maria Rita Kehl faz incursões de livros publicados nos últimos anos, até uma análise da poesia de Charles Baudelaire. Mas é no filósofo Walter Benjamin de quem ela tira o título que dá origem ao livro, ao reafirmar que a história dos vencedores todos nós a conhecemos, mas a história dos vencidos precisa ser urgentemente contada e jamais esquecida. Walter Benjamin, em suas Teses Sobre o Conceito de História,
afirma que a história oficial refere-se, invariavelmente, aos fatos e bravuras cometidos pelos vencedores. Os reis, os vencedores de batalhas, os heróis. É com estes que os historiadores, que ele chama de “historicistas”, se identificam. “Os que num dado momento dominam”, escreveu, “são os herdeiros de todos os que venceram antes. A empatia com o vencedor beneficia, sempre, portanto, esses dominadores. Isso diz tudo para o materialista histórico. Todos os que até hoje venceram participam do cortejo triunfal, em que os dominadores de hoje espezinham os corpos dos que estão prostrados no chão”. Quem contaria a história dos vencidos? É necessário contar a história deles, pois a dos vencedores estão nos livros, nas teses, nas homenagens, nas salas de aula.

SUMÁRIO

Nota Editorial……………………………………………………5
Prefácio……………………………………………………………11
O que quer uma mulher?……………………………………13
Ousadia Editorial……………………………………………..20
Ideias fora do lugar……………………………………………24
Descaso Homicida…………………………………………….28
Três meses depois………………………………………………32
Tratamento humanizado…………………………………….37
A história dos vencidos………………………………………41
A casa-grande em pânico……………………………………45
Inimigo interno………………………………………………..49
Quem é o fora da lei?…………………………………………52
Antes que me cancelem………………………………………56
Marcas da maldade……………………………………………59
Cruel hipocrisia………………………………………………..62
Medo e violência……………………………………………….65
Legalize já……………………………………………………….68
Engodo da pacificação……………………………………….71
Lembrar é resistir………………………………………………74
Jovens radicalizados…………………………………………..77
A massificação da mentira………………………………….80
Fundamentalismo hipócrita………………………………..83
Terra sem Leis………………………………………………….86
Por um debate honesto……………………………………….90
Recalcados……………………………………………………….93
Aliciador de tolos………………………………………………96
Inconsciente e alienação……………………………………..99
Lembranças com Lula………………………………………103
Multidões virtuais…………………………………………….106
Meu Brasil brasileiro…………………………………………110
A menina que revirava tatus-bola……………………….115
Conservar o quê?……………………………………………..118
Maternidades…………………………………………………..122
Ponto de sublimação…………………………………………126
Fetiche e barbárie……………………………………………..129
Mais um Holocausto?……………………………………….133
Baudelaire……………………………………………………….136
Aquarela sem cor……………………………………………..139
Dissonância cognitiva……………………………………….142
Sociedade do espetáculo……………………………………145
Armadilha identitária……………………………………….148
Prestígio tóxico………………………………………………..152
Jards……………………………………………………………….155
Milagre…………………………………………………………..158
Ouvidos para quê?……………………………………………161
Maternidades II……………………………………………….164
O deus das pequenas coisas……………………………….167
Círculo vicioso…………………………………………………170
A cultura do ódio……………………………………………..173
Para que serve a poesia………………………………………175
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A história dos vencidos (Pré-venda com ecobag exclusiva – LIMITADA)

Maria Rita Kehl

Maria Rita Kehl é psicanalista, doutora em psicanálise pela PUC de São Paulo, poeta e ensaísta, além de ser ganhadora do prêmio Jabuti. É autora de vários livros, entre os quais se destacam  Sobre ética e Psicanálise (INM Editora, 2023), Videologias – Ensaios sobre televisão (Boitempo, 2004) , escrito em parceria com Eugênio Bucci, O tempo e o cão (Boitempo, 2009), ganhador do Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Não-Ficção 2010, 18 crônicas e mais algumas (2011), Deslocamentos do feminino: a mulher freudiana na passagem para a modernidade (2016), Bovarismo brasileiro (2018) e Ressentimento (2020).

Sinopse: INM Editora tem o prazer de apresentar aos(às) leitores(as) brasileiros(as) o mais recente livro da psicanalista Vencedora do prêmio Jabuti Maria Rita Kehl: A História dos Vencidos. O livro é resultante de seus ensaios e crônicas publicados nas revistas Carta Capital e Cult, nos últimos cinco anos, período compreendido entre 2022 e 2026. Trata-se de 47 textos nos quais o leitor poderá ler em qualquer ordem, sobre os assuntos diversos trabalhados pela psicanalista: feminismo, violência de Estado, cancelamento nas redes sociais, cultura
indígena, sociedade do espetáculo, a cultura do ódio, a legalização da maconha, a política com relação aos moradores de rua em São Paulo, as fake news, a ascensão e queda do movimento político de direita no Brasil, a política de esquerda no atual governo brasileiro, seu trabalho na Comissão da Verdade a convite da presidenta Dilma Rousseff, algumas passagens autobiográficas, a maternidade, além de alguns textos sobre literatura, poesia e música popular brasileira, em especial o samba, ritmo musical do qual mais gosta de cantar. Na literatura, Maria Rita Kehl faz incursões de livros publicados nos últimos anos, até uma análise da poesia de Charles Baudelaire. Mas é no filósofo Walter Benjamin de quem ela tira o título que dá origem ao livro, ao reafirmar que a história dos vencedores todos nós a conhecemos, mas a história dos vencidos precisa ser urgentemente contada e jamais esquecida. Walter Benjamin, em suas Teses Sobre o Conceito de História,
afirma que a história oficial refere-se, invariavelmente, aos fatos e bravuras cometidos pelos vencedores. Os reis, os vencedores de batalhas, os heróis. É com estes que os historiadores, que ele chama de “historicistas”, se identificam. “Os que num dado momento dominam”, escreveu, “são os herdeiros de todos os que venceram antes. A empatia com o vencedor beneficia, sempre, portanto, esses dominadores. Isso diz tudo para o materialista histórico. Todos os que até hoje venceram participam do cortejo triunfal, em que os dominadores de hoje espezinham os corpos dos que estão prostrados no chão”. Quem contaria a história dos vencidos? É necessário contar a história deles, pois a dos vencedores estão nos livros, nas teses, nas homenagens, nas salas de aula.

SUMÁRIO

Nota Editorial……………………………………………………5
Prefácio……………………………………………………………11
O que quer uma mulher?……………………………………13
Ousadia Editorial……………………………………………..20
Ideias fora do lugar……………………………………………24
Descaso Homicida…………………………………………….28
Três meses depois………………………………………………32
Tratamento humanizado…………………………………….37
A história dos vencidos………………………………………41
A casa-grande em pânico……………………………………45
Inimigo interno………………………………………………..49
Quem é o fora da lei?…………………………………………52
Antes que me cancelem………………………………………56
Marcas da maldade……………………………………………59
Cruel hipocrisia………………………………………………..62
Medo e violência……………………………………………….65
Legalize já……………………………………………………….68
Engodo da pacificação……………………………………….71
Lembrar é resistir………………………………………………74
Jovens radicalizados…………………………………………..77
A massificação da mentira………………………………….80
Fundamentalismo hipócrita………………………………..83
Terra sem Leis………………………………………………….86
Por um debate honesto……………………………………….90
Recalcados……………………………………………………….93
Aliciador de tolos………………………………………………96
Inconsciente e alienação……………………………………..99
Lembranças com Lula………………………………………103
Multidões virtuais…………………………………………….106
Meu Brasil brasileiro…………………………………………110
A menina que revirava tatus-bola……………………….115
Conservar o quê?……………………………………………..118
Maternidades…………………………………………………..122
Ponto de sublimação…………………………………………126
Fetiche e barbárie……………………………………………..129
Mais um Holocausto?……………………………………….133
Baudelaire……………………………………………………….136
Aquarela sem cor……………………………………………..139
Dissonância cognitiva……………………………………….142
Sociedade do espetáculo……………………………………145
Armadilha identitária……………………………………….148
Prestígio tóxico………………………………………………..152
Jards……………………………………………………………….155
Milagre…………………………………………………………..158
Ouvidos para quê?……………………………………………161
Maternidades II……………………………………………….164
O deus das pequenas coisas……………………………….167
Círculo vicioso…………………………………………………170
A cultura do ódio……………………………………………..173
Para que serve a poesia………………………………………175

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Peso 0,250 kg
Dimensões 14 × 21 × 2 cm
Autora

Maria Rita Kehl é psicanalista, doutora em psicanálise pela PUC de São Paulo, poeta e ensaísta, além de ser ganhadora do prêmio Jabuti. É autora de vários livros, entre os quais se destacam  Sobre ética e Psicanálise (INM Editora, 2023), Videologias – Ensaios sobre televisão (Boitempo, 2004) , escrito em parceria com Eugênio Bucci, O tempo e o cão (Boitempo, 2009), ganhador do Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Não-Ficção 2010, 18 crônicas e mais algumas (2011), Deslocamentos do feminino: a mulher freudiana na passagem para a modernidade (2016), Bovarismo brasileiro (2018) e Ressentimento (2020).

ISBN

9786585823463

Número da Edição

1ª EDIÇÃO – 2026

ACABAMENTO

Brochura

Número de Páginas

180

Idioma

Português

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